segunda-feira, 14 de dezembro de 2020

CONFIANÇA TOTAL



Mas ela respondeu: "Juro pelo nome do SENHOR, o teu Deus, que não tenho nenhum pedaço de pão; só um punhado de farinha num jarro e um pouco de azeite numa botija. Estou colhendo uns dois gravetos para levar para casa e preparar uma refeição para mim e para o meu filho, para que a comamos e depois morramos.
(1 Reis. 17:12)



Sempre existiram pessoas pessimistas, desiludidas com a vida.


Pessoas como esta viúva de Serepta que, ao receber o profeta Elias, disse-lhe em outras palavras, que só estava esperando a morte.

É bem verdade que a situação dela era precária, mas a fé no Senhor não deve se apagar nem mesmo quando não houver ar para se respirar.


Meu querido, não deve ser assim a nossa vida, pois Cristo nos ensinou a viver pela fé, em esperança e novidade de vida - especialmente vencendo a morte.

Se é a morte que te amedronta, despreocupe-se.

Este inimigo já foi derrotado.

Se é a fome, a nudez, o perigo, a doença...


Uma continuação da leitura nos mostra que tal como Elias lhe ordenara, a viúva lhe serviu um bocado de comida e com isso não se terminou nem o azeite nem a farinha, que estavam no final.

Para Deus, a matemática convencional não se aplica, pois ele multiplica zero por qualquer coisa e o resultado não é zero.

Isso é confiança, apesar do pessimismo e pouca expectativa.


Quem de nós nunca sofreu uma grande perda ou queda, não se viu enredado em armadilhas.

Mas, há uma grande diferença entre um cristão autêntico e comprometido com o seu Deus e um mero membro de igreja ou religioso - a confiança.

Quem confia obedece, ainda que com seu último fôlego, disposto a dá-lo em favor da obediência.


Por mais desprivilegiados que sejamos, temos motivos de sobra para confiar que há um Deus cuidando de nós.
Confiemos, portanto.


Nossa oração: "Senhor, Tu és o dono de todas as coisas e eu quero confiar em Ti como se nada mais existisse ao meu redor"

domingo, 13 de dezembro de 2020

Frutos De Vida E Não De Morte


... e vos designei, para que vades e deis frutos, e o vosso
fruto permaneça.  
(João. 15:16)

Os escorpiões vivem de insetos, mas, matam e devoram outros de sua própria espécie também.

Um cientista colocou cem desses aracnídeos em um recipiente grande de vidro e, depois
de alguns dias, somente quatorze permaneciam lá.


O resto havia sido morto e comido pelos demais.

Ele pôs uma fêmea, grávida, em outra vasilha de vidro e observou que ela devorou seus filhotes tão logo eles nasceram.

Um dos filhotes conseguiu escapar, escondendo-se atrás dela e, vingando-se, matou a mãe.

Quando é encurralado, sem condições de fuga, o escorpião pica o seu próprio corpo para
a morte.


Eu me envergonho de dizer, mas, encontrei cristãos escorpiões durante meu ministério. (Ron C. Carlson)


Seria isso verdade também em nossas vidas cristãs?


Estaríamos nós causando morte espiritual aos nossos irmãos?


O Senhor nos confiou a tarefa de repartir bênçãos, iluminar o caminho dos que não sabem para onde estão indo, de ajudar no crescimento dos mais fracos, de estimular aqueles que
estão desanimados.


Quando proferimos palavras que não edificam.

Quando agimos com egoísmo e rancor.

Quando pregamos e não demonstramos o amor.

Quando em nossos lábios existem  apenas murmuração, inveja e sementes de contendas.

Estamos agindo como escorpiões, podendo matar espiritualmente os irmãos que estão ao nosso redor e que ainda não estão suficientemente fortes na fé.


Quando tiramos a motivação e as esperanças dos mais animados.

Quando colocamos dúvidas nos ensinos do Senhor.

Quando induzimos nossos irmãos a serem indiferentes às coisas celestiais dizendo que tudo é fanatismo e que Deus pode ficar para depois, também estamos agindo como escorpiões, levando muitos à destruição e à morte.


O Senhor nos enviou para dar frutos.

MAS, FRUTOS DE VIDA E NÃO DE MORTE.

sábado, 12 de dezembro de 2020

O Que Você Tem?


Então eles lhe disseram: Não temos aqui senão cinco pães e dois peixes.
(Mateus. 14:17)

”O menino deu todo o seu almoço para o Mestre, possibilitando que mais de cinco mil fossem alimentados” ,  disse Renata às outras crianças da classe de Escola Bíblica.


E porque Ele abençoou o alimento, houve o suficiente para todo mundo.
“E o que você acha que teria acontecido”, perguntou o professor da classe, "se o menino dissesse que não poderia dar seu lanche porque o que tinha dava só para ele”?
Renata pensou um pouco e respondeu: --Ele teria comido e se saciado e não haveria nada para os demais." (Moody)


Quantas vezes agimos da mesma forma?
Preocupamo-nos com nossos interesses e o que nos importa é estar satisfeitos com o nosso bem-estar, indiferentes às necessidades de nosso próximo.
Se  está bom para nós... Não interessa mais nada!


O egoísmo pode até nos satisfazer por um pouco de tempo, mas certamente não trará a felicidade que tanto buscamos.
O prazer experimentado logo passará, e persistirá o vazio e a sensação de inutilidade.


De que adianta buscar o amor se o propósito não for compartilhá-lo?
De que nos servirá a alegria se ela não contagiar o ambiente em que vivemos?
O regozijo proporcionado pelo sorriso de uma pessoa agradecida a quem estendemos a mão não pode ser comprado por dinheiro algum deste mundo.


Quando Jesus alimentou aos milhares no deserto, todos ficaram satisfeitos e felizes.
Mas, sem dúvida, o mais feliz de todos foi o menino que ofereceu seu almoço.
Assim será conosco, quando entregarmos tudo o que temos, seja pouco ou muito, para Deus usar e abençoar a todos que estão ao nosso redor.
Muitas vezes pensamos que não temos nada a oferecer diante de uma grande necessidade, mas se confiarmos em Deus, até o quase nada poderá ser suficiente para operar grandes milagres, como aconteceu no deserto no tempo dos apóstolos.



O que você tem?
Será que Jesus pode usar para abençoar a muitos?

sexta-feira, 11 de dezembro de 2020

Eu Não Temerei


Os turcos, tendo torturado os pais de uma pequena menina armênia, diante de seus olhos, voltaram-se para a criança e disseram:
- Você concorda em renunciar sua fé em Jesus, para continuar vivendo?
A menina respondeu:     - Eu não deixarei o meu Salvador.
- Então, será jogada aos cachorros!
Ela foi lançada para um canil de ferozes e famintos cães selvagens e deixada lá.
Na manhã seguinte eles voltaram ao local e encontraram a pequena menina de joelhos, orando, e a seu lado, o maior e mais selvagem de todos os cachorros, protegendo-a e atacando a todos os cães que tentavam se aproximar dela.
Os homens fugiram apavorados, gritando: - Há um Deus aqui!  Há um Deus aqui!


Até que ponto  estamos preparados para testemunhar de nossa fé?

Estamos seguros de nossa decisão, por Cristo?
Cremos, realmente, que não existe um outro Caminho e que no Senhor está a nossa alegria e salvação eterna?


Aquela menina, mesmo diante da possibilidade de morrer, não renunciou a Cristo.

E nós?
Estamos preparados para fazer o mesmo?
Ou o negamos para agradar os amigos de rua?
Ou o negamos para nos adaptar à forma de trabalhar de nosso chefe?
Ou o negamos em nossas atitudes diante de nosso próximo?


Quando levamos objetos de nosso trabalho para casa, estamos virando as costas para Deus.

Quando aceitamos mentir para ajudar o nosso patrão em suas trapalhadas, estamos negando o Senhor.
Quando "colamos" nas provas da Faculdade ou de qualquer outro curso, estamos declarando que não conhecemos a "Verdade" e, por isso, estamos envergonhando ao nosso
Salvador.


O Senhor é quem nos protege e sustenta.

Sem Ele nada somos e nada temos.
Em qualquer situação, não temeremos.



Seja um verdadeiro cristão.

Não tenha medo!

quinta-feira, 10 de dezembro de 2020

Aguardando Uma Nova Terra



Nós, porém, segundo a sua promessa, aguardamos novos céus e uma nova terra, nos quais habita a justiça.(2 Pedro. 3:13)


Em certa ocasião, já completamente liberto das coisas deste mundo, Moody disse a um amigo: 
Um dia você lerá nos documentos que D. L. Moody, de Northfield, está morto. 
Você pode até não acreditar, mas naquele momento eu estarei mais vivo do que estou agora. 
Eu subirei para o Céu, isso é o que mais anseio. 
Deixarei esta casa velha de barro e passarei a morar em um lar imortal. 
O pecado não poderá tocar o meu corpo, não poderá manchá-lo, pois ele será glorioso. 
Eu nasci da carne em 1837; Eu nasci do Espírito em 1856.
Quem nasce da carne pode morrer; quem nasce do Espírito viverá para sempre.
Que maravilhosa experiência o grande evangelista Moody tinha com o Senhor a ponto de poder expressar sua fé da maneira que lemos acima.   
Ele vivia abundantemente, tinha um relacionamento íntimo com Deus e pôde desfrutar das bênçãos incontáveis que só os que caminham em Sua presença experimentam.
Quando abrimos o coração para Jesus e o recebemos como Senhor de nossas vidas, podemos ter a ousadia de dizer, como Moody, que o mundo não mais nos atrai.  
Estamos aqui de passagem, como peregrinos, como embaixadores do Céu para iluminar o caminho por onde passamos. 
Nada aqui nos interessa, pois, tudo aqui ficará.  
Esperamos pelo porvir, pela moradia celestial, pelos tesouros que a ferrugem não pode destruir e nem o ladrão tirar. 
Aguardamos o dia em que viveremos ao lado do Senhor, louvando-O e adorando-O. 
A alegria será completa e a felicidade eterna.
O carro novo ficará aqui. A casa da praia também ficará. 
Todo o nosso patrimônio será deixado para trás.  
A fama e a notoriedade não poderão nos acompanhar.  
Levaremos apenas o amor que um dia inundou nossas almas, a paz que Deus derramou sobre nossos corações, a alegria de poder servir ao Senhor e ao nosso próximo.  
Esses bens nos acompanharão e estarão conosco para todo o sempre.

quarta-feira, 9 de dezembro de 2020

AGUARDE NA LINHA


Porque necessitais de perseverança, para que, depois de haverdes feito a vontade de Deus, alcanceis a promessa. (Hebreus. 10:36)
Uma mulher, que havia assistido a um espetáculo internacional, de dança, constatou, ao chegar em casa, que havia perdido um de seus brincos de brilhantes.
Além do grande valor material da jóia, havia também um valor sentimental, por tratar-se de herança de sua mãe.
Bastante aflita, telefonou ao gerente do teatro perguntando se haviam encontrado a jóia durante a limpeza do salão.
O gerente pediu-lhe que aguardasse na linha enquanto iria perguntar ao responsável pela manutenção do local.
Ao encontrar o administrador, soube que a jóia havia sido achada e guardada em um lugar seguro.
O gerente retornou ao telefone para dar a excelente notícia à senhora, mas, ela já havia desligado.
Sem saber o nome da dona do brinco, aguardou que tornasse a ligar e até colocou um anúncio em um jornal, mas nunca mais teve qualquer notícia dela.


Podemos pensar no quão impaciente era aquela senhora.

Por causa de alguns minutos de espera acabou perdendo definitivamente a sua jóia preciosa.
Muitos de nós, cristãos, agimos da mesma maneira.
Oramos ao Senhor, apresentamos a Ele as nossas necessidades, mas, não temos paciência de esperar, ao ouvir:   "aguarde na linha".
Como resultado, perdemos a alegria da oração respondida e o regozijo da recompensa por uma fé perseverante.


Deus tem o tempo certo e a forma correta de nos abençoar.
Nós somos precipitados em nossa ansiedade.
Queremos tudo na mesma hora, da nossa maneira, sem parar para medir possíveis
conseqüências.

O Senhor nos prepara para receber a bênção e, quando ela chega, nosso coração se enche de grande felicidade e gratidão.


Se você está buscando a realização de um grande sonho, tenha Paciência... Persevere...

E se o Senhor lhe mandar "aguardar na linha", não desligue jamais seu canal de comunicação com Ele.